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Agência de tráfego pago

Clique não é venda. Antes de lançar uma campanha de anúncios, a gente garante que existe destino, rastreamento e alguém pra responder. Sem isso, anúncio só faz você gastar mais rápido.

Isso soa familiar?

“Já fiz tráfego e não tive resultado.”
“A campanha mostra um monte de clique e não chega mensagem.”
“Aumentei o investimento e o resultado não subiu junto.”
“Meu concorrente aparece sempre acima de mim.”
“Estou aparecendo pra gente de fora da minha região.”
“Os clientes que vêm do anúncio são desqualificados.”

Anúncio só funciona quando o resto está no lugar: o público certo, uma página que responda e alguém que atenda rápido. Sem isso, aumentar a verba só acelera o gasto.

A tese

Anúncio não vende. Anúncio compra atenção.

E atenção tem prazo curto de validade. Quem vende é o que acontece nos minutos seguintes ao clique: a página que abre, a mensagem que é respondida, o vendedor que retorna.

Por isso a gente não sobe campanha pra empresa que não tem onde receber o lead. Seria vender clique pra você pagar duas vezes.

Uma pro Google, outra pro concorrente que respondeu antes.

Notebook aberto numa mesa de escritório, com uma busca no Google por agência de marketing digital e o resultado da Quilha Digital na tela.

No ar

Campanhas que já rodamos

[PRINT DE RESULTADO — A PREENCHER]
Resultado de campanhacom autorização do cliente
[PRINT DE RESULTADO — A PREENCHER]
Resultado de campanhacom autorização do cliente
[PRINT DE RESULTADO — A PREENCHER]
Resultado de campanhacom autorização do cliente
[MODELO DE RELATÓRIO — A PREENCHER]
Relatório mensallead, conversa, proposta e venda na mesma tela; escopo definido na proposta

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Essência

O que preciso ter para o anúncio virar venda?

Campanha é a última peça a entrar, não a primeira. Sem estas quatro, ela só acelera o gasto.

01Intenção

Comprar a atenção de quem já está procurando o que você vende custa menos e converte mais. Campanha que compra termo genérico paga curioso com dinheiro de comprador.

02Destino

A pessoa clicou, agora precisa chegar numa página com uma decisão só. Anúncio apontado pra home faz ela procurar sozinha o que você já poderia ter mostrado.

03Resposta

Lead que espera quatro horas já falou com o concorrente. A velocidade de resposta vale mais que a otimização da campanha na maioria dos negócios.

04Medição

Sem devolver pro Google e pro Meta qual lead virou cliente, a campanha otimiza por formulário preenchido. Ela vai te trazer mais formulário, e não mais venda.

Com esses quatro alinhados, a campanha deixa de comprar clique e passa a comprar cliente.

Como a gente faz

O que entra em toda gestão de tráfego que fazemos

Seis coisas que não são opcionais. É o mínimo pra uma campanha ter chance de dar certo.

Estudo de persona

Antes de escolher palavra e criativo, a gente define quem é o cliente que vale a pena: o que ele procura, o que ele pergunta antes de fechar e o que faz ele desistir. E também quem não é pra você, que é o que evita pagar por gente que nunca ia comprar.

Estrutura por intenção

Quem procura “quanto custa” e quem procura “como resolver” estão em pontos diferentes da decisão, então não podem ver o mesmo anúncio nem cair na mesma página. A gente separa as campanhas por serviço e por momento da busca, e mantém uma lista do que bloquear: emprego, curso, trabalho acadêmico e concorrente, que é onde a verba some sem ninguém perceber.

Rastreamento completo

A gente monta a medição do caminho inteiro do seu cliente, do clique no anúncio até o fechamento. Tag Manager, GA4, Pixel e API de Conversões instalados, e o CRM devolvendo pro Google e pro Meta qual lead virou cliente. Sem isso, a campanha aprende a trazer formulário, não venda.

Análise constante

Toda semana a gente entra na conta e lê o que rodou: os termos que trouxeram gente, os anúncios que cansaram e as páginas que estão perdendo visita. O ajuste é semanal e feito com dado. Campanha que ninguém olha por um mês não está no automático, está no escuro.

Relatório de campanha

Todo mês, um documento com lead, conversa, proposta e venda fechada na mesma tela, quanto cada canal trouxe e quanto custou cada lead. Alcance e impressão aparecem no rodapé, que é o lugar deles.

Contas no seu nome

Google Ads e gerenciador do Meta abertos ou auditados, com a Quilha como usuária. Se um dia a gente se separar, a conta e o histórico ficam com você.

A frequência da análise e do relatório, e o escopo final de cada conta, são definidos na proposta.

Canais

Onde a gente anuncia

Google Search
quem já está procurando o que você vende. É o canal de menor atrito e o primeiro a subir na maioria dos casos.
Meta (Instagram e Facebook)
descoberta, remarketing e público parecido com quem já comprou.
Google Empresa e campanha local
pra quem é procurado com “perto de mim” e vive de bairro.
Remarketing por lista
quem visitou, quem abandonou a conversa, quem já é cliente e pode comprar de novo.
Demand Gen e YouTube
quando já existe material de vídeo pra sustentar.

O que muda quando a campanha para de comprar clique

Você para de pagar duas vezes pelo mesmo lead

Rastreamento no lugar e remarketing montado fazem quem já te visitou voltar sem você comprar aquele clique de novo, do zero.

A verba vai para onde fecha

Quando o CRM devolve qual lead virou cliente, dá pra ver qual canal, qual campanha e qual termo trouxeram venda, e mover dinheiro com base nisso.

Você sabe o que perguntar na reunião

Com lead, conversa, proposta e venda na mesma tela, a conversa mensal deixa de ser sobre o que aconteceu com o alcance e passa a ser sobre o que fazer no mês seguinte. A frequência dessa conversa é definida na proposta.

Aumentar a verba vira decisão, não aposta

Quando você sabe quanto custa cada cliente conquistado, escalar deixa de ser torcida. Você sobe o investimento sabendo o que vai receber de volta, e sabe também a hora de parar.

Solicitar orçamento

Antes de decidir

Quanto pode custar um cliente seu?

A conta não é quanto você pode pagar. É quanto vale um cliente pra você, quantas conversas viram venda e quanto sobra por mês. Com esses três números, o resto é matemática.

Cada conversa pode custar até R$ 300 antes de dar prejuízo.

Trabalhando com margem, a meta fica em torno de R$ 100 por conversa.

Com a verba de R$ 2.000 por mês, isso dá cerca de 20 conversas.

Esse número é o teto. Se o clique do seu segmento não couber nele, a gente diz antes da proposta, em vez de subir campanha pra queimar dinheiro e culpar o algoritmo depois.

Quero conferir essa conta com vocês

FAQ

Perguntas sobre tráfego pago

Quanto custa uma agência de tráfego pago?

Depende de duas coisas: o tamanho da operação que precisa ser montada e quanto trabalho a conta dá por mês. O que dá pra adiantar: o valor é apresentado por escrito antes de qualquer contrato, e a Quilha não cobra porcentagem sobre a sua verba de mídia. Se cobrasse, o incentivo seria você gastar mais, e não você vender mais.

Qual verba faz sentido pra começar?

A conta não é “quanto você pode pagar”. É quanto custa o clique no seu segmento, quantos cliques costumam virar uma conversa e quantas conversas o seu comercial precisa pra fechar. A conta está nesta página, logo acima, se quiser fazer agora. Se a verba que você tem hoje não sustentar o teste, a gente diz isso, em vez de subir campanha pra queimar dinheiro e culpar o algoritmo depois.

A conta de anúncio fica no meu nome?

Fica, desde o primeiro dia, e o cartão é seu. A verba vai direto pro Google e pro Meta. A Quilha entra como usuária com permissão de gestão. Se um dia você sair, leva a conta, o histórico e o aprendizado. Agência que segura conta de cliente está segurando refém, não cliente.

Google ou Meta: por onde começar?

Se o seu serviço é procurado, ou seja, alguém acorda com um problema e digita a solução, começa no Google. Se ninguém procura porque ninguém sabe que existe, começa no Meta, gerando demanda. Quem tem serviço procurado e coloca a verba toda no Meta acaba pagando pra criar uma demanda que já existia, e espera mais tempo pelo mesmo lead.

Vocês assumem uma conta que já está rodando com outra agência?

Assumimos, e é comum. A transição segue uma ordem: primeiro a titularidade das contas passa pra você, depois a gente entra como usuária, revisa o rastreamento e só então mexe na campanha. Ninguém pausa nada no primeiro dia. Histórico de conta é ativo, e desligar tudo de uma vez joga fora o aprendizado que você já pagou.

Dá pra anunciar sem ter site?

Dá pra anunciar direto pro WhatsApp, e às vezes é o certo pra começar. Mas sem página de destino você perde a chance de responder as objeções antes da conversa, e o atendimento recebe muito mais gente despreparada. Quando esse for o caso, a gente avisa antes da proposta.

Vocês criam os anúncios ou eu mando pronto?

A gente cria. Texto, criativo e variação de teste saem daqui, dentro da sua identidade visual. Se você já tem material que funciona, a gente usa e testa contra o novo.

Por que meu anúncio traz curioso e não comprador?

Quase sempre por uma destas três: a campanha está comprando termo genérico sem lista de negativas, o anúncio promete algo mais barato do que você entrega, ou a página não filtra ninguém. As três se resolvem em estrutura, não em aumento de verba.
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Como começa

Do primeiro contato até a proposta, desenhado do jeito que a conversa acontece.

Você fala com a gente

Pelo formulário ou direto no WhatsApp. A gente lê o que você escreveu antes de responder.

Conversa de escuta

Uma conversa online. O que você vende, quanto vale um cliente e quem atende quando chega mensagem.

Checkup da conta e proposta do tamanho certo

Se fizer sentido seguir, a gente entra no que já rodou: o que foi gasto, quais termos trouxeram gente, o que ficou de aprendizado. Conta antiga e mal configurada também conta, e quase sempre é ali que está a resposta.

Você escreve, a gente lê e responde.

Prancha de surf fincada na areia, com as quilhas à mostra e o mar ao fundoContato

Pronto para a verba virar cliente?

Conta o cenário: o que você vende, quem responde os leads hoje e o que já tentou. A gente lê antes de responder e, se fizer sentido, volta com um estudo do seu caso.

Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.