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Criação de identidade visual e marca

Sua marca decide antes de você falar. Logo, paleta, tipografia e manual: o sistema inteiro, em arquivo aberto e no seu nome. Não um PNG solto no WhatsApp.

Isso soa familiar?

“Peguei minha logo na internet e não tenho o arquivo aberto.”
“Cada impresso meu está de uma cor diferente.”
“A logo do cartão está diferente da do site.”
“O designer sumiu e nunca me passou a logo.”
“Minha logo não tem a cara da empresa.”
“Minha fachada não tem a mesma identidade do resto.”

Marca inconsistente não parece nova. Parece pequena, e preço de pequena é o que o cliente vai oferecer.

A tese

Identidade visual não é o logo.

É a razão pela qual o cliente reconhece você no anúncio, no cartão e na fachada sem precisar ler o nome.

Um logo é um arquivo. Uma identidade é um sistema: as versões que resolvem cada aplicação, as cores com código pra tela e pra impressão, a tipografia com licença, as regras que fazem qualquer fornecedor produzir uma peça que parece sua.

É o que separa a empresa que tem marca da que tem desenho.

Mesa de trabalho com o processo de criação de uma identidade visual: versões do logotipo, paleta de cores e aplicações impressas.

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Identidades que criamos

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Essência

O que uma marca precisa ter para funcionar de verdade?

Não é sobre gostar do desenho. É sobre ele resolver todos os lugares onde a sua empresa aparece.

01Distinção

A marca precisa ser reconhecida como sua, e não como a de qualquer um do seu setor. Se trocar o nome e continuar fazendo sentido, ela não é sua: é um desenho genérico com o seu nome em cima.

02Consistência

A mesma cara no anúncio, no cartão e na fachada. Não é perfeccionismo: é o que faz a pessoa que viu você três vezes acreditar que viu a mesma empresa, e não três empresas parecidas.

03Aplicação

Marca boa funciona no perfil redondo, no bordado do uniforme, em 1 centímetro e de longe na fachada. Todo logo é bonito em apresentação de PDF. O teste é o mundo real.

04Autonomia

Arquivo aberto, código de cor e manual no seu nome. Sem isso, cada peça nova depende de encontrar o designer que fez, e marca que depende de uma pessoa é marca alugada.

Com esses quatro alinhados, a marca deixa de ser um desenho e passa a ser patrimônio.

Como a gente faz

O que entra em toda identidade que fazemos

Seis coisas que não são opcionais. É o que separa um sistema de marca de um logo entregue em PNG.

Logotipo em todas as versões

Principal, horizontal, vertical e reduzida, mais a monocromática em preto, branco e fundo escuro. Cada versão existe porque tem uma aplicação que exige ela: assinatura de e-mail, perfil redondo, fachada, carimbo.

Paleta com código de tela e de impressão

A cor certa no site, no anúncio e na gráfica. Sem isso, a mesma marca chega azul no monitor e roxa no cartão, e ninguém entende por quê.

Tipografia com licença resolvida

A fonte que você pode usar sem risco, com a alternativa gratuita já definida pra quando o fornecedor não tiver a principal.

Elementos gráficos e direção de imagem

Grafismo, textura ou padrão que sustentam a marca quando o logo não aparece, mais a definição de que tipo de foto pertence à marca e que tipo não pertence.

Manual de marca

As regras de uso, o que pode e o que não pode, em PDF. Ele existe pra que qualquer fornecedor seu, gráfica, uniforme ou adesivagem, produza peça que parece sua sem precisar ligar pra gente.

Arquivos abertos no seu nome

Vetor e fonte editável, entregues, com direito de uso claro. Marca sem arquivo aberto é marca alugada.

Canais

Formatos de projeto

Marca nova
empresa abrindo, ou linha de produto que precisa de nome e cara próprios.
Redesenho
a empresa cresceu e a marca ficou pra trás. Feito com plano de transição, pra não perder o reconhecimento que já existe.
Marca principal e submarcas
quando existem serviços ou unidades que precisam se diferenciar sem se soltar.
Sistema para campanha
identidade temporária pra uma ação específica, dentro da marca-mãe.
Padronização
a marca existe e funciona, mas cada fornecedor aplica de um jeito. Aqui o entregável é o manual e a arrumação dos arquivos.

O que muda quando a marca vira sistema

Você para de parecer menor do que é

Marca coerente muda a percepção de porte antes da primeira conversa. Isso aparece direto no preço que o cliente aceita ouvir sem achar caro.

Qualquer fornecedor acerta sozinho

Gráfica, uniforme, adesivagem e fotógrafo recebem o manual e produzem peça que parece sua, sem depender de você aprovar cada detalhe nem de encontrar o designer que fez.

Sua marca deixa de depender de uma pessoa

Arquivo aberto e código de cor no seu nome. Se o fornecedor sumir, a marca continua, e a próxima peça sai igual à anterior.

Todo material novo fica mais rápido e mais barato

Site, anúncio, post e impresso saem do mesmo sistema. Ninguém recomeça do zero decidindo cor e fonte a cada peça, e é aí que a identidade se paga.

Solicitar orçamento

Antes de decidir

Sua marca passa nestes quatro testes?

Todo logo funciona grande, colorido e centralizado numa apresentação. O problema aparece quando ele vai pro mundo. São quatro testes, e marca que falha em um deles dá trabalho pra sempre.

Marca da Quilha aplicada em perfil redondo
No perfil redondodá pra reconhecer, ou virou um borrão?
Marca da Quilha em preto e branco
Em preto e brancoela continua de pé sem depender da cor?
Ícone da Quilha em tamanho reduzido
Em 1 centímetroos detalhes somem no carimbo e no bordado?
Marca da Quilha vista de longe, desfocada
De longeainda dá pra saber que é você?

A gente faz esses quatro testes em toda marca que desenha, antes de apresentar. É mais barato descobrir na prancheta do que na fachada.

FAQ

Perguntas sobre identidade visual

Quanto custa criar uma identidade visual?

Depende do alcance: só a marca e as versões essenciais, ou o sistema completo com manual, papelaria e aplicações. O que a gente não faz é vender pacote fechado sem olhar onde a marca vai ser aplicada: uma marca que vai pra fachada e pra frota tem exigência técnica diferente da que só vive no Instagram. O valor vai por escrito antes de qualquer contrato.

Qual a diferença entre logo, identidade visual e branding?

Logo é o sinal. Identidade visual é o sistema em volta dele: versões, cores, tipografia e regras. Branding é maior que os dois: é o que a empresa promete, como ela se comporta e o que as pessoas dizem dela quando você não está na sala. A gente entrega os dois primeiros, e o terceiro se constrói com posicionamento e tempo.

Quanto tempo leva?

O que mais pesa no prazo é o tempo de aprovação e o número de aplicações. Conceito e direção vêm rápido; o sistema completo, com manual e arquivos, leva mais. O cronograma vai na proposta separando o que depende da gente do que depende de você.

Eu recebo os arquivos abertos?

Recebe. Vetor editável, versões exportadas e manual, no seu nome. Marca sem arquivo aberto é marca alugada.

Vocês fazem só o logo?

Fazemos, quando é o que resolve o seu momento. Mas dizemos com clareza o que fica de fora: sem paleta, tipografia e manual, a próxima peça vai depender do gosto de quem estiver fazendo, e a incoerência volta em alguns meses.

Tenho uma marca antiga e conhecida. Vale mexer?

Vale mexer com cuidado. Quando existe reconhecimento, a gente trabalha por evolução: mantém o que as pessoas reconhecem e resolve o que não funciona mais, como legibilidade, versões e cor. Jogar fora reconhecimento acumulado é a decisão mais cara que uma empresa pode tomar por gosto.

Preciso registrar a marca no INPI?

Registrar é o que protege o nome, e recomendamos fazer. A Quilha não é escritório de propriedade industrial: a gente entrega a marca desenhada e nos arquivos que o registro pede, e o processo em si é feito por profissional da área. Vale fazer a busca de anterioridade antes de investir na identidade, porque descobrir depois que o nome já existe é caro.

Vocês aplicam a marca nos materiais depois?

Sim, e é o caminho natural: site, redes, anúncio e impressos saindo do mesmo sistema. É justamente aí que a identidade para de ser um PDF bonito e vira coisa que o cliente vê.
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Você fala com a gente

Pelo formulário ou direto no WhatsApp. A gente lê o que você escreveu antes de responder.

Conversa de escuta

Uma conversa online. O que a empresa faz, pra quem, o que ela não quer parecer e onde a marca vai ser aplicada de verdade: fachada, uniforme, embalagem, tela.

Checkup do que existe e proposta do tamanho certo

Se fizer sentido seguir, a gente olha o logo atual, os arquivos, as aplicações e os concorrentes. Serve pra saber o que se aproveita e o que precisa de transição.

Você escreve, a gente lê e responde.

Prancha de surf fincada na areia, com as quilhas à mostra e o mar ao fundoContato

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